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COMPETITIVIDADE AMBIENTAL DA SIDERURGIA BRASILEIRA

作者:Leonardo Santiago 上次修改时间: 2012-03-07 15:45 Cristiane Belize Bonezzi

BONEZZI, Cristiane Belize. 2005. Dissertação.

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA (UnB)
Orientador(es): Armando de Azevedo Caldeira-Pires
                        Antônio Cesar Pinho Brasil Junior

Biblioteca Depositária: Biblioteca Central da Universidade Brasilia

Fonte: http://www.unbcds.pro.br/publicacoes/CristianeBelize.pdf

Banca examinadora: Armando de Azevedo Caldeira-Pires,José Aroudo Mota e Shigeo Shiki.

Idioma(s): Português

Dependência Administrativa: Federal

Palavras - chave: Competitividade ambiental. Organismo internacional. Mecanismo de desenvolvimento limpo. Siderurgia. Tecnologia ambiental.

Resumo: Esta pesquisa evidencia a inter-relação entre os acordos, convenções e orientações, na temática ambiental, da Organização das Nações Unidas (ONU), Organização Mundial do Comércio (OMC) e Organização para a Cooperação Econômica e o Desenvolvimento (OCDE), e a modernização ecológica da siderurgia brasileira. São enfatizados também os aspectos de influência do Acordo de Quioto sobre a descarbonização da siderurgia e a potência tecnológica do setor para responder às demandas de melhoria ambiental. O estudo aponta a importância econômica, tecnológica e ambiental do setor, partindo do panorama e do histórico do comércio mundial e brasileiro de aço; identifica os reflexos do seu processo de produção sobre o meio ambiente e a etapa de desenvolvimento tecnológicoambiental da indústria, com base na análise de cinco indústrias brasileiras: uma usina semiintegrada à base de sucata; uma usina integrada a coque de produção de aços longos; uma usina integrada a coque de produção de aços planos carbono; uma usina integrada a carvão vegetal; e uma unidade de transformação de aço. A análise permitiu a elaboração de um balanço das emissões de carbono do parque siderúrgico brasileiro, a descrição das tecnologias e processos utilizados e evidências de sua forte contribuição para as emissões de CO2. Quanto à atuação da ONU, da OMC e da OCDE, é identificado o estágio atual do debate ambiental e sua repercussão sobre as iniciativas de aperfeiçoamento tecnológico por parte da indústria siderúrgica. Na esfera da ONU, o Acordo de Quioto estimula o setor industrial a debater e incluir em seus processos tecnologias de redução de impactos ambientais, a fim de obter benefícios econômicos com a venda de créditos de carbono e a transferência de tecnologias. No âmbito da OMC, as estratégias industriais são balizadas pela definição de regras disciplinadoras, taxas e exigências ambientais, acelerando a adesão a padrões internacionais de gestão e qualidade ambiental. No que concerne à OCDE, o debate sobre o Acordo do Aço e sobre as definições da Convenção de Mudança Climática mobiliza a indústria a direcionar seus investimentos para a implantação de tecnologias ambientais. A partir das análises feitas infere-se que a influência política e econômica desses organismos é representativa para a tomada de decisão relacionada a acordos internacionais com cunho ambiental e para a adequação tecnológica da indústria aos acordos internacionais que remetem a questões ambientais e que refletem sobre seu desenvolvimento econômico.

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