跳至内容 | 跳至导航

您位于: 首页 Publicações Teses e Dissertações NORMATIZAÇÃO, PADRONIZAÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E QUALIDADE DE GRÃOS DE ARROZ PARA COMERCIALIZAÇÃO INTERNA: UMA ABORDAGEM CRÍTICA
文档操作

NORMATIZAÇÃO, PADRONIZAÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E QUALIDADE DE GRÃOS DE ARROZ PARA COMERCIALIZAÇÃO INTERNA: UMA ABORDAGEM CRÍTICA

作者:Leonardo Santiago 上次修改时间: 2011-03-17 09:34 Raimundo Ricardo Rabelo

RABELO, Raimundo Ricardo. 2003. Profissionalizante.

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA (UnB)

Orientador(es): Armando de Azevedo Caldeira-Pires

Biblioteca Depositária: Biblioteca Central da UnB 

Fonte: http://capesdw.capes.gov.br/capesdw/resumo.html?idtese=200316753001010044P0

Banca examinadora: Isabel Teresa Gama Alves, Paulo Hideo Nakano Rangel.

Idioma(s): Português

Dependência Administrativa: Federal

Palavras-chave: Normatização. Classificação. Qualidade de grãos de arroz.

Resumo: Disserta-se sobre normatização, padronização, classificação e qualidade de grãos de arroz para comercialização interna, pela importância que aquelas atividades têm adquirido perante à ultima e pela influência que elas imprimem às ações de C&T. Procura-se, com esse trabalho, mostrar a interação da classificação e padronização com a qualidade de grãos. A classificação dos grãos de arroz objetiva auxiliar sua comercialização a qual está diretamente relacionada a aspectos qualitativos daqueles. As normas de padronização e classificação para comercialização interna de arroz vigoram, efetivamente, a partir de 1978 e vêm sendo alteradas desde então. Os quesitos definidores de qualidade também têm se ampliado. Alterações nas normas nem sempre implicam em evolução da qualidade, contudo. A elaboração daquelas, ainda que balisadas em critérios técnicos, é influenciada por situações específicas, interesses corporativos e/ou regionais e tem pouca participação de entidades representativas de orizicultores e consumidores. Percebe-se maior exigência das normas de padronização e classificação do arroz quando comparadas com as de quatro culturas graníferas. Ao se tratar da interação da classificação e qualidade com outros aspectos e segmentos, mostra-se que a inserção da agricultura no sistema político/econômico mundial, a urbanização e a atuação feminina fora do lar têm levado à sofisticação dos quesitos de qualidade. A pesquisa tem moldado suas ações às demandas do mercado, incorporando os requisitos que vão sendo demandados às cultivares que, atualmente, produzem basicamente grãos longo-fino. A indústria de beneficiamento tem se modernizado para fornecer produto com a aparência exigida e a de transformação carece de maior interação com a pesquisa. Alguns pontos são colocados para reflexão. As normas, ao definirem parâmetros rígidos para classes, induzem a criação de cultivares semelhantes, dificultando sua diversificação e potencializando riscos à sustentabilidade. A classificação e a padronização são influenciadas pelo mercado externo, mesmo sendo ele incipiente. A evolução do conceito de qualidade tem levado à alternância da predominância de preferência: o arroz de terras altas foi o preferido, sendo que a primazia atual é do arroz irrigado. Admite-se que o arroz tem uma imagem ambiental negativa, necessitando de ações que a altere. Os aspectos nutricionais do arroz devem efetivamente ser considerados na definição e diferenciação qualitativa pelos diversos elos da cadeia produtiva. O arroz orgânico produzido por agricultores familiares pode ter na análise de ciclo de vida (ACV) um dos suportes para sua certificação. Conclui-se que as normas de padronização e classificação precisarão ser ampliadas e alguns elos da cadeia produtiva necessitarão incorporar em suas atividades específicas critérios e quesitos qualitativos relativos às demandas potenciais.

Desenvolvimento: Powered by Plone
Apoio: